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Escrever… o quê?

20 + 8 ideias criativas









Ana Mafalda Damião







Índice:



- Sete conselhos de escritora

- 20 + 8 ideias criativas





















Sete conselhos de escritora



1º - Decide a forma como vais utilizar este ebook, por exemplo: quantos dias por semana vais escrever, quantas horas dedicarás a essa tarefa, o lugar em que a vais executar, o que farás com as tuas histórias…

Depois dessas decisões tomadas, abre o teu novo caderno, o computador …, escreve-as e estabelece o teu contrato de utilização.

Por cada item que falhares atribui-te uma penalização, por exemplo: ler 10 páginas daquele autor que te faz arrepios.



2º - Continua as frases e constrói as tuas histórias sem te preocupares com a forma (ortografia, pontuação…). Escreve. Escreve. Escreve. Mais tarde terás tempo de verificar o que escreveste.

Num primeiro momento nada deve bloquear o teu fluxo de criatividade.



3º - Não é necessário que completes as frases/parágrafos na ordem em que te são apresentados, mas se queres tornar-te um(a) escritor(a) disciplinado(a) fá-lo.



4º - Não penses, em momento nenhum, que não és capaz de continuar esta ou aquela frase. Porque tu és capaz. Dá-te essa oportunidade.



5º - Não te preocupes se te surgirem ideias disparatadas. Escreve-as. O que para ti é um disparate, para outros pode fazer todo o sentido.



6º - Nunca penses que A/B ou C faria isto melhor do que tu. Provavelmente até é verdade, mas isso que te importa? Este é o teu processo criativo, não o compares com o de ninguém. És única/o.



7º - E agora… arregaça as mangas… pega num lápis ou no computador e… ESCREVE. ESCREVE. ESCREVE.























20 + 8 Ideias Criativas



1 - Já haviam passado 15 dias e nenhuma notícia chegara ainda. Sentada no granito frio da janela, olhava…





2 - Sempre lhe parecera que tudo aquilo era um sonho, mas a necessidade de se sentir amado toldava-lhe o raciocínio. Agora…





3 - Herdara aquela mansão cujo chão rangia a cada passo e onde ratos e aranhas haviam feito morada…





4 - Nunca, até ao momento, lhe tinha ocorrido que…



5 - Uma cidade nova, um emprego novo…



6 - Quantas vezes tenho que levantar o bordão? – perguntava ele, deitado na marquesa onde a fisioterapeuta o tinha “abandonado”. (…)





7 - É claro que não conheço, porque eu sou uma pessoa culta. Nem aos domingos vejo os programas da televisão. – respondeu-me ela na sua altivez. (…)





8 - Era uma vez um Passarinho. Um Passarinho muito, muito, muito pequenino. Tão pequenino que cabia entre as grades da gaiola. (…)





9 - Quando caminhas sem rumo vence em ti aquele que coloca a nu as tuas fragilidades, o que te despe perante o seu olhar benevolente e se senta no trono do curador. Será ele que…





10 - Eu, que nasci no princípio do mundo, que voei no Universo como um ser alado…





11 - Paco, Paco – chamou a cadela Rebeca. – Tu não comes?

Paco não respondeu. Levantou as orelhas e olhou-a em silêncio. (…)









12 - Chegou de bicicleta.

Suja, calças velhas presas nas meias, saco às costas…





13 - Mais uma vez seremos levados para outro lugar, como se nesse outro lugar não se pronunciasse a palavra g-u-e-r-r-a…





14 - Como dizia Gabriel García Marques, a vida é a melhor coisa que se inventou



15 - Era a sua primeira viagem. Na nau, os marinheiros mais velhos troçavam do seu enjoo…



16 - Joseph acendeu um cigarro, sentou-se na sua secretária, olhou as imagens e pensou…





17 - O comboio percorria a linha lentamente, numa indolência que lembrava as tardes quentes do seu país…





18 - O vento arrasara tudo na sua passagem. Do abrigo já nada restava. Os filhos, agarrados às suas saias choravam…





19 - O avião sobrevoava agora a cidade…





20 - Faltam apenas 30 dias. – disse-me ele. (…)



21 - Ouviam-se os sinos numa cadência constante e atordoadora…





22 - Dizia-se que naquele lugar, ali mesmo onde se sentava, aparecia, nas noites de lua-cheia, um homem lobo. Essa era a história que a avó lhe contava sempre que a via a correr para lá. (…)





23 - Da sua infância recordava o comboio parado, os vagões vazios e as crianças da vizinhança a correrem pela linha fora…





24 - Passaram dois anos, mas sentia ainda em si a força daquele abraço. (…)





25 - Não sei se o que vou fazer é o melhor para mim, mas sei que nunca poderei dizer que não tive opção. (…)





26 - A festa começara. Pelo caminho de pedra, do jardim, viam-se chegar os mais atrasados…





27 - De repente, aquele vulto enorme que se aproximava ganhou forma…





28 - Conseguira. Ali estava, com o traje académico, na bênção das fitas, mas o seu olhar apreensivo percorria a multidão.

Estaria ele ali?




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